8º Ano
1. Nossa
Herança cultural:
a.
Os
negros africanos;
b.
Povos
indígenas;
c.
Comunidades
tradicionais;
2. A
diáspora africana e as conseqüências para o continente desta dispersão;
a.
Descolonização
e independência africana;
b.
Trajetória
histórica dos escravizados no Brasil;
3. Contribuições
dos povos africanos para o conhecimento atual
a.
O
conhecimento científico africano;
b.
O
conhecimento Tecnológico;
4. Educação
para a convivência pacífica entre as religiões.
a.
Pluralidade
religiosa;
b.
Base
da religião;
a. Respeito
às formas de se relacionar com Deus
5. História
Local e do Cotidiano
c.
Relembrando
a origem, povoamento e emancipação do município de Lauro de Freitas;
a. Espaço
e Território (comunidade e bairro)
6. Relembrando
os principais conceitos
a.
Identidade;
b.
Intolerância
c.
Discriminação
d.
Gênero
7. Reinos
e Impérios Africanos (Império Mali e Reino do Kongo):
a.
Dominação
Colonial e a partilha das nações europeias;
b.
A
diáspora africana e as conseqüências para o continente desta dispersão;
c.
Descolonização
e independência africana;
d.
Trajetória
histórica dos escravizados no Brasil
8.
Contribuições
dos povos africanos para o conhecimento atual:
a.
O
conhecimento científico africano;
b.
O
conhecimento Tecnológico.
9.
A
África na contemporaneidade
a.
A África do Sul e o Apartheid;
b.
As cidades mais desenvolvidas do continente
africano;
c.
Os afro brasileiros na atualidade;
d.
Dilemas e Possibilidades: o orgulho pelas
africanidades presentes na construção social do Brasil
10.
Racismo
no Brasil
a.
A Lei 10.639/03 e a Lei 11.645/08;
b.
Cotas
Povos
indígenas
Os
povos indígenas já estavam aqui na chegada dos portugueses, eles contribuíram
com diversos saberes para o Brasil e destacaram seu sentimento de pertencimento
e vínculo à terra das Américas como principal forma de se relacionar e desenvolver
suas populações. Assim, consideramos como base para compreender os nativos ou
povos originários os seguintes elementos legados ao Brasil:
Ø Domínio da fauna e
flora (medicina e meio ambiente)
Ø Banhos diários
Ø Diversidade
alimentar: milho, batata, aipim (pensar na diversidade de alimentos envolvidos)
Ø Estrutura
arquitetônica e social
Ø Língua e palavras:
Itapuã, Ibirapuera, Itaparica.
Ø O “folclore”: saberes
ancestrais.
Curupira é uma personagem do folclore
nacional. Ele é um ser das matas, um garoto de cabelos longos e
avermelhados e, sua característica principal seriam os pés virados
para trás que serviriam para confundir quem o tentasse encontrar. Era o protetor
das matas e dos animais.
Caipora
é uma entidade da mitologia tupi-guarani. A palavra “caipora” vem do tupi
caapora e quer dizer "habitante do mato“. No folclore brasileiro, é
representado como um pequeno indígena, ágil e nu. Habitante das florestas,
reina sobre todos os animais e ele destrói os caçadores que não cumprem o
acordo de caça feito com ele. Para além disso, os indígenas nos legaram outras
lendas como A Iara ou Yara: a mãe d’água, O boto cor de rosa, O Boitatá: a
serpente de fogo, O saci pererê, A mula sem cabeça. Seus conhecimentos sobre a
flora ajudaram no desenvolvimento de diversos remédios hoje vendidos em
qualquer farmácia baseados nas plantas conhecidas pelos nativos com utilidades
diversas como energéticos, estimulantes, analgésicos anti-inflamatórios etc.
Povos
Africanos
Culinária&Gastronomia, Religião, Influência
Linguística, Manifestações culturais, Capoeira, Samba de Roda, Maculelê, Candomblé,
Axé Music, Pagode,
dentre outros.
Para
além das comidas, diversos foram os ritmos africanos que chegaram à Bahia desde
o continente africano: Samba ou semba; Kuduro; Funaná; Sakiss; Puita; Marrabenta;
que geraram o Maxixe, Samba, Bossanova, afoxé e o pagode, por exemplo. Toda
essa rítmica cultura penetrou o nosso país e auxiliou na manutenção de outras
formas de preservação cultural como a capoeira, o maculele e o candomblé.
A vinda dos negros
africanos como escravizados, no século XVI, trouxe diversas contribuições para
a formação da língua popular brasileira. Entre os principais grupos
linguísticos e culturais que vieram para o continente americano estavam os
bantus e os sudaneses. O povo bantu foi o primeiro a fazer a viagem no tráfico
transatlântico. Dos vários dialetos existentes pela África, os que tiveram
maior impacto no Brasil foram o quimbundo, o quicongo e o umbundo.
A influência das línguas africanas e indígenas no português brasileiro
Devido
à poderosa influência dos donos da terra e dos africanos trazidos para o Brasil
a língua portuguesa conta com diversas palavras de origem africana e indígena
que foram incluídas, ao longo do tempo, na língua portuguesa a partir da
formação da língua geral. Seguem com
exemplos abaixo:
Indígena: arara; baiacu; capivara; cupim; gambá;
guará; irará; jabuti; jacaré; jararaca; jibóia; mangaba; maracanã; perereca; piranha;
pirarucu; sabiá; sagüi; sariguê; saúva; siri; tamanduá; traíra; tucano; urubu;
abacaxi; açaí; aipim; amendoim; bacuri; caatinga; cajá; caju; capim; capoeira; cipó; cupuaçu;
jabuticaba; jenipapo; mandioca; pitanga; pitomba; tapioca; biboca; caboclo;
caipora; carioca; catapora; cumbuca; curumim; curupira; guri; maniçoba; mingau; paçoca; pajé;
pereba; peteca; pipoca; pororoca; potiguar; saci; tocaia; Amapá; Copacabana; Curitiba;
Goiás; Grajaú; Guanabara; Guarujá; Iguaçu; Ipanema; Ipiranga; Itapuã;
Itaparica; Ipitanga; Itinga; Macapá; Maceió; Maranhão; Moji; Morumbi; Pará; Paraguai;
Paraíba; Paraná; Pernambuco; Piauí; Piracicaba; Piraí; Piraíba; Sapucaí; Sergipe;
Tietê; Tijuca; Ubatuba; Uruguai; Xingu; Anaí; Araci; Aruana; Iracema; Jaciara; Jacira;
Janaína; Jandira; Juçara; Juraci;Jurandir; Jurema; Kaique; Kauã; Mayara; Moacir;
Moema; Roani; Tainá; Ubirajara; Yara;
Africana: berimbau; calango; caxixi;
ganzá; maculelê; samba; Axé; Exu; Iemanjá; macumba; orixá; umbanda; Xangô; acarajé;
caruru; vatapá; bobó; farofa; fubá; jabá; moqueca; quitute; camundongo; dendê; marimbondo;quiabo;
borocoxô; bunda; caçamba; caçula; cafuné; capanga; cochilar; moleque; muvuca; quilombo;
quitanda; senzala; tanga; zumbi.
A diáspora africana e as conseqüências para o continente desta dispersão
O
termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo. Foi largamente
utilizado para nomear os processos de ‘dispersão’ dos judeus entre os séculos 6
a.C (cativeiro na Babilônia) e o século XX (perseguições na Europa). Além da
diáspora judaica, outros processos diaspóricos são importantes para a
compreensão das relações históricas e sociais entre os povos ao longo do tempo.
Nesse sentido, é importante para nós, enquanto brasileiros e latino-americanos,
destacar a diáspora africana.
A
diáspora africana é o nome dado a um
fenômeno caracterizado pela imigração forçada de africanos, durante o tráfico
transatlântico de escravizados. Junto com seres humanos, nestes fluxos
forçados, embarcavam nos tumbeiros (navios negreiros) modos de vida, culturas, práticas religiosas, línguas e formas de
organização política que acabaram por influenciar na construção das sociedades
às quais os africanos escravizados tiveram como destino. Estima-se que
durante todo período do tráfico negreiro, aproximadamente 11 milhões de africanos foram transportados para as Américas, dos
quais, em torno de 5 milhões tiveram como destino o Brasil.
Compreende-se
que a diáspora africana foi um processo
que envolveu migração forçada, mas também redefinição identitária, uma vez que
estes povos (balantas, manjacos, bijagós, mandingas, jejes, haussás, iorubas),
provenientes do que hoje são Angola, Benin, Senegal, Nigéria, Moçambique,
entre outros, apesar do contexto de escravidão, reinventaram práticas e construíram novas formas de viver,
possibilitando a existência de sociedades afro-diaspóricas como Brasil, Estados Unidos, Cuba, Colômbia,
Equador, Jamaica, Haiti, Honduras, Porto Rico, República Dominicana,
Bahamas, entre outras.
Ao
embarcar nos navios negreiros, jejes,
iorubas e tantos outros, eram obrigados a deixar para trás sua história,
costumes, religiosidade e suas formas próprias de identificação. Passavam,
então, a ser identificados pelos
traficantes com base nos portos de embarque, nas regiões de procedência ou por
identificações feitas pelos traficantes. Neste contexto, na diáspora, novas
configurações identitárias iam surgindo: bantus
(povos provenientes do centro-sul do continente), nagôs (povos de língua
ioruba), minas (provenientes da Costa da Mina). Além destes, crioulos (escravizados nascidos na
América) e, em um contexto de fim da escravatura, afrodescendentes.
A diáspora, neste
sentido, constituiu um processo complexo
que envolveu a promoção de guerras em África e a destruição de sociedades;
captura de homens, mulheres e crianças; travessia do atlântico que durava em
média 40 dias (entre Angola e Bahia, por exemplo); a inserção brutal em uma
nova sociedade; lutas por liberdade e sobrevivência e a construção de novas
identidades. As sociedades construídas com base no processo de diáspora africana,
apesar das marcas estruturais decorrentes do passado escravocrata, conectam-se social e culturalmente, seja
por meio da história e deste passado comum, das manifestações artísticas, da
ciência, da religiosidade, da black music, do jazz, do soul, do reggae, do
samba.
História Local e do Cotidiano
O
MUNICÍPIO de Lauro de Freitas, antiga freguesia de Santo Amaro do Ipitanga, tem
suas origens nos primeiros tempos do Brasil colonial, no longínquo ano de 1552,
quando Garcia D’Ávila, criado e almoxarife de Tomé de Souza, pediu e obteve
dele que era o Governador Geraldo Brasil, no dia 21 de maio, duas léguas de
terras ao longo do mar, nos campos de Itapuã e Vale do Rio Joanes.
Foi
o 1º marco lusitano na região, pois até então só os índios tupinambás aqui
habitavam. Garcia D’Ávila recebeu algumas das primeiras cabeças de gado
trazidas para o Brasil e aqui pelos campos de Tatuapara onde ergueu a sua
fortaleza e pelos arredores (Aldeia do Espírito Santo, Ipitanga e Itapuã), fez
o ponto de partida no Nordeste, para o ciclo do gado, de tão grande importância
para o nosso país.
Os
jesuítas também marcaram presença importante. Já em 1578 temos o registro de
suas passagens por nossa terra, quando de uma visita à aldeia do Espírito Santo
(atual Vila de Abrantes), ocasião em que é atribuído um milagre ao padre
Anchieta, ao salvar um índio de afogar-se nas águas caudalosas do Rio Joanes em
1608 fundam a freguesia de Santo Amaro do Ipitanga.
Santo
Amaro ou Mauro foi monge Beneditino Italiano, que morreu no ano de 578.
Padroeiro dos fabricantes de velas e carregadores é também o padroeiro do nosso
município onde é festejado devotamente em janeiro, sendo o dia 15 a ele
dedicado, no calendário litúrgico. Arquitetonicamente barroco-maneirista, a
Igreja Matriz ocupou por longo período a sede da freguesia e originou ao seu
redor o povoado, hoje sede do município.
Esse
esplendor, entretanto, foi lamentavelmente conseguido às custas do trabalho
escravo dos negros vindos da África nas condições mais desumanas possíveis,
substituindo os índios que iam sendo também, impiedosamente exterminados pelos
portugueses. Grande resistência houve por parte dos índios e escravizados
africanos, culminando com o “Combate do Rio Joanes” protagonizado por negros
muçulmanos, travado nas margens do rio, em Portão no dia 28 de fevereiro de
1814 e que resultou em muitas mortes.
Em meados do século
XIX, com os reflexos do fim da cana-de-açúcar, da gradativa extinção da
escravatura e de um surto de cólera que dizimou quase toda a população, dentre
outros fatores, a região entrou em declínio, situação esta que não se altera
muito, mesmo com a instalação do campo de aviação pelos franceses após a 1ª
Guerra Mundial, em 1927.
Reinos e Impérios Africanos (Império Mali e Reino do Kongo):
Império Mali
O Império de
Mali (1240-1645 EC) no oeste africano foi fundado
por Sundiata Keita (1230-1255) após sua vitória sobre o reino de Sosso (1180-1235). O governo centralizado
de Sundiata, sua diplomacia e seus exércitos bem treinados permitiram expansão militar massiva, abrindo caminho
para a prosperidade do Império de Mali, tornando-o o maior já visto na
África. O reinado de Mansa Musa I (1312-1337) levou o império a atingir novos
níveis de grandiosidade em termos de territórios controlados, efervescência
cultural, e impressionante riqueza vinda pelo controle do Mali sobre as rotas de comércio regional. Atuando como intermediário entre África do Norte via
Deserto do Saara e o Rio Níger ao sul, Mali
explorou o tráfego de ouro, sal, cobre, marfim e escravos que cruzavam a África
Ocidental. Mercadores muçulmanos foram
atraídos por toda essa atividade comercial, e eles converteram os
governantes de Mali que, por sua vez, disseminaram o islamismo através
de centros de conhecimento notáveis como Timbuktu. O Império de Mali sucumbiu nos anos 1460 após guerras civis,
aberturas de novas rotas de comércio em outras localidades e a ascensão do
império vizinho de Songai, apesar de ter conseguido manter o controle de uma
pequena parte do império ocidental até o século XVII EC.
Reino do Kongo
Durante
seu processo de expansão
marítimo-comercial, os portugueses abriram contato com as várias culturas que
já se mostravam consolidadas pelo litoral e outras partes do interior do
continente africano. Em 1483,
momento em que o navegador lusitano Diogo
Cão alcançou a foz do rio Zaire, foi encontrado um governo monárquico
fortemente estruturado conhecido como Congo.
Fundado por volta do século XIV, esse
Estado centralizado dominava a parcela centro-ocidental da África. Nessa
região se encontrava um amplo número de províncias onde vários grupos da etnia banto, principalmente os bakongo, ocupavam os
territórios. Apesar de parecer centralizado, o reino do Congo contava com a
presença de administradores locais
provenientes de antigas famílias ou escolhidos pela própria autoridade
monárquica. O rei, conhecido como
manicongo, tinha o direito de receber o tributo proveniente de cada uma das
províncias dominadas. A principal cidade do reino era Mbanza, onde aconteciam as mais importantes decisões políticas de
todo o reinado. Foi nesse mesmo local
onde os portugueses entraram em contato com essa diversificada civilização
africana.
A principal atividade econômica dos
congoleses envolvia a prática de um desenvolvido
comércio onde predominava a compra e venda de sal, metais, tecidos e produtos
de origem animal. A prática comercial poderia ser feita através do escambo (trocas) ou com a adoção do nzimbu, uma espécie de concha somente
encontrada na região de Luanda.
O
contato dos portugueses com as autoridades políticas deste reino teve grande
importância na articulação do tráfico de escravos. Uma expressiva
parte dos escravos que trabalharam na
exploração aurífera do século XVII, principalmente em Minas Gerais, era
proveniente da região do Congo e de Angola. O intercâmbio cultural com os
europeus acabou trazendo novas práticas que fortaleceram a autoridade
monárquica no Congo.
Contribuições dos povos africanos para o conhecimento atual
Os
africanos contribuíram para o desenvolvimento efetivo de diversos conhecimentos
ainda aplicados nos dias de hoje, dentre eles, no campo da medicina, escrita,
matemática, geometria, irrigação, astronomia, agricultura e arquitetura (do
Egito para todo o mundo). Os conhecimentos associados às tecnologias africanas
e afrodescendentes foram transmitidos durante o escravismo e na formação dos
quilombos no Brasil. Tiveram papel importante nos processos de resistência ao
escravismo e estiveram presentes no início do uso de tecnologias africanas e
afrodescendentes presentes na metalurgia (Nigéria), mineração (Nigéria e Costa
da Mina). Dos conhecimentos africanos usados em nosso país, a agricultura, construção
civil, carpintaria, produção têxtil, navegação e fabricação de instrumentos
musicais, se destacam (diversos pontos africanos) a medicina homeopática e
natural, engenharia e outras áreas. Isso sem contar as artes plásticas, musica
e dança.
A
despeito dessa importância histórica e da significativa presença de tecnologias
e conhecimentos africanos e afrodescendentes na atualidade, os estudos do tema
ainda são relativamente escassos. Essa espécie de silêncio apenas reforça a
perspectiva que colocou africanos como mera mão-de-obra, criando uma narrativa
que situava a produção de conhecimentos e tecnologias como monopólio dos
europeus. Contudo, muito recentemente podemos adicionar as seguintes
contribuições africanas para o mundo:
1.
Cheikh Anta Diop: antropólogo senegalês criou
um laboratório de radiocarbono (método específico para datar a idade das
coisas), na Universidade de Dakar e aplicou testes de melanina (substância
negra produzida pelo organismo) em múmias egípcias demonstrando que todos os
seus exemplares contavam com a presença da substância que, em geral, inexiste
em pessoas brancas ajudando a provar que os Egípcios eram negros e africanos,
contrariamente ao que queriam os cientistas europeus.
2.
Square
Kilometre Array (SKA): o mais potente dos radiotelescópios
que será concluído na África do Sul com uma área total de coleta de 1km² e será
o mais moderno em atividade podendo capturar objetos em movimento em distância
absurdamente incríveis.
3. Brian
Turyabagye, natural de Uganda, esse estudioso deixou a engenharia das
telecomunicações após a perda da avó, por erro médico, e acabou pesquisando e
desenvolvendo o colete MamaOpe, traduzido cxomo “esperança da mamãe. Esse
colete capta as informações diretamente do peito das pessoas e envia
informações mais precisas sobre o estado de saúde delas para o computador e
estas informações podem ser analisadas imediatamente pelos médicos.
4.
Moctar Dembélé, de Burkina Faso, e Gérard
Niyondiko, de Burundi, criaram o “sabão Faso” que é responsável por
desenvolverem um sabão que contém microcápsulas com repelentes naturais do
mosquito causador da malária. As substâncias básicas usadas na composição conta
com cravo africano, manteiga de karité e capim limão protegendo as pessoas por
até 6 após o banho.
5. Aklilu
Lemma, cientista da Etiópia, criou uma solução, usada ainda hoje, no controle
da esquistossomose, enfermidade que tem as maiores ocorrências, em todo o mundo,
no continente africano. Ele descobriu que os caramujos morriam naquelas devido
a um certo tipo de arbusto (o Endod ) que crescia naquele rio, e liberava uma
toxina que matava o caramujo vetor do verme. Lemma ganhou prêmios e hoje dá
nome ao Instituto de Patobiologia da Universidade de Adis Abeba.

Gostei muito fala um pouco de tudo indigenas africanos etc
ResponderExcluirEu gostei da parte do indígenas
ResponderExcluir8 m2 gostei muito
ResponderExcluir8m2 gostei muito
ResponderExcluirEu gostei bastante desse texto, com ele eu consegui entender muito sobre os indígena e africanos a anos atrás.
ResponderExcluirEu gostei muito do texto eu conseguir entender,sobre os indígenas, e o povos africanos.
ResponderExcluir1eu amei esse texto 2 Racismo,preconceito, discriminação, identidade, raça e etnia, escravidão 3 o meu nome é Brenda
ResponderExcluirEu gostei do texto, traz bastante informações que são fáceis de entender e é bem organizado.
ResponderExcluirO termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo.
O tráfico transatlântico foi o comércio de seres humanos, onde africanos eram capturados e transportados para as Américas para serem escravizados.
A principal diferença entre a escravidão na América e a do Brasil reside na sua escala, duração e contexto histórico.
Redefinição identitária é reinventar práticas e construir novas formas de viver.
A diáspora causou a mistura de varias culturas, dando início às culturas e costumes que temos hoje, como o jazz, o samba, as nossas religiões entre outros.
Davi dos Reis Miranda Cerqueira 8º M3
A) a diáspora africana foi um processo que envolveu a emigração forçada.
ResponderExcluirB) um comércio lucrativo, com comerciantes europeus comprando escravos em vários pontos da costa africana.
C)reside no papel da raça e na forma como a sociedade lidou com a miscigenação.
D)mudança ou transformação da forma como uma pessoa ou grupo social se percebe e é percebido pelos outros, em termos de identidade.
E)perda de identidade e a busca por novas formas de expressão cultural, enquanto outros incluem a formação de comunidades transnacionais, a influência cultural em sociedades de acolhida e a luta por direitos e igualdade.
Rute santos da Silva Conceição 8m3
Eu gostei do texto, Porque deu para entender muitas coisa que aconteceu no passado na epoca.
ResponderExcluir2)A) O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo.
B) tráfico transatlântico foi o comércio de seres humanos, Onde os Africanos foi forçado ir para as Américas para ser escravizados.
C)A diferença entre a escravidão na América e a do Brasil e, aproximadamente 11 milhões de africanos foram transportados para as Américas, dos quais, em torno de 5 milhões tiveram como destino o Brasil.
D)Redefinição identitária é reinventar práticas e construir novas formas de viver.
E)A diáspora causou muitos efeitos, Criando varias culturas e costumes como, Jazz, Soul, Reggae e Samba.
Felipe de Amorim Costa| turma 8º M3
Turma: 8m3
ResponderExcluirAluno: Nadson Souza dos Reis
1ª atividade de Cultura da II Unidade
É muito bom poder estudar esse texto novamente. Esse texto foi o que eu mais gostei e é muito legal trabalhar com ele de novo. Com esse texto, eu aprendi muitas coisas sobre a escravidão e aquela época, coisas que eu nem fazia ideia. Esse texto, além de ser muito legal de ler, ainda ajuda a aprender muito mais sobre o assunto.
Respondendo às suas perguntas:
O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo.
O tráfico transatlântico foi o comércio de pessoas africanas que foram capturadas, vendidas e transportadas para as Américas para serem escravizadas.
As principais diferenças da escravidão na América e no Brasil são o tratamento dos escravos, os tipos de trabalhos e a origem dos escravos.
A redefinição identitária é o processo de mudança e reconstrução da identidade de um indivíduo ou grupo.
A diáspora causou a mistura de várias culturas, trazendo costumes como religiosidades, músicas, comidas, entre outras coisas, dos povos africanos para os dias de hoje.
A) É fenômeno diáspora africana foi um processo que envolveu migração forçada.
ResponderExcluirB) tráfico transatlântico, ou comércio de escravos no Atlântico, foi um sistema de comércio de seres humanos ventre a Europa, África e as Américas.
C) É um papel da raça na forma como na sociedade lidou com miscigenação
D) Processo de reconstrução ou mudança na forma como um indivíduo ou grupo se percebe e se identifica em relação à sua identidade.
E )Econômicos, sociais, culturais, políticos e identitários.
1-Muito bom entender sobre as origens, amei o texto deu pra entender tudo!!
Aluna: Amanda Braga Da Paixão 8m3
diáspora africana foi um processo que envolveu a emigração forçada.
ResponderExcluirO trafico foi uma atividade que perdurou por séculos, envolvendo a captura, transporte e venda de africanos como mercadoria, principalmente para o Brasil. A diferença foi que a escravidão nas Américas e a escravidão no Brasil reside na sua natureza e na forma como foi praticada. A revolução industrial foi período de grande tecnologia. Os efeitos do são perda cultural, a marginalização, a luta por identidade e a contribuição para a formação de novas culturas e sociedades.
Ramon do nascimento 8m3
Texto explicativo e bem interessante para que podemos entender sobre a historia
ResponderExcluirA diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento forçado ou não de um povo pelo mundo.
O tráfico transtlantico foi o comércio dos seres humanos, onde africanos eram capturados e transportados para as Américas para serem escravizados.
A principal diferença entre a escravidão na América e a do Brasil reside na sua escala, duração e contexto histórico.
Redefiniçao identitária é reinventar práticas e construir novas formas de viver.
A diáspora causou a mistura de varias culturas, dando início ás culturas e costumes que temos hoje, como jazz, o samba, as nossas religiões entre outros.
Larissa Gonçalves Silva 8m3.
Eu gostei muito do texto falar muito indígena e africano
ResponderExcluirGostei muito
ResponderExcluirA) Diáspora africana refere-se á dispersão forçada de africanos para outras partes do mundo
ResponderExcluirB) O trafico transatlânico foi um sistema de comércio de seres humanos entre a Europa,África e as Américas,que durou do século XVI ao século XIX.
C) A principal diferença entre a escravidão nas américas e a escravidão no Brasil reside no foco econômico e na duração
D)A redefinição identifica refere-se á mudança ou transformação da forma como um indivíduo ou grupo se identifica
E) Efeitos da diáspora são multifacetado e incluem efeitos positivos ,redes de conhecimento ,desenvolvimento econômico etc.
Nome: Viviane costa dias
Turma:8m3
Como eu vou conseguir responder isso
ResponderExcluirEu gostei da parte dos indígenas
ResponderExcluirA) a diáspora africana foi um processo que envolveu a emigração forçada.
ResponderExcluirB) um comércio lucrativo, com comerciantes europeus comprando escravos em vários pontos da costa africana.
C)reside no papel da raça e na forma como a sociedade lidou com a miscigenação.
D)mudança ou transformação da forma como uma pessoa ou grupo social se percebe e é percebido pelos outros, em termos de identidade.
E)perda de identidade e a busca por novas formas de expressão cultural, enquanto outros incluem a formação de comunidades transnacionais, a influência cultural em sociedades de acolhida e a luta por direitos e igualdade.
gostei muito do texto
ResponderExcluirA)O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento forçado ou não de um povo pelo mundo
B)O tráfico transatlântico foi o comércio de seres humanos onde africanos eram capturados e transportados para as Américas para serem escravizados
C)A diferença entre os dois e a escala de duração e o contexto histórico
D)Redefinição identitária e reinventar práticas e construir novas formas de viver
E)A diáspora causou a mistura de várias culturas dando início as culturas e costumes que temos hoje como o samba as religiões etc.
Anderson dos Santos 8M3
Nome:Laila Andressa Santos Leite
ResponderExcluirTurma: 8M1
A) Eu gostei do texto, pós me sinto muito mais informada sobre o passado .
B)O termo diáspora tem a ver com a dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado, ou não, de um povo pelo mundo .
C)O tráfico transatlântico foi, um comércio de pessoas, onde foram vendidos forçadamente para virarem escravos.
D)A redefinição identitária refere-se ao processo de mudança ou transformação na forma como uma pessoa ou grupo se define e se identifica.
Beatriz Barbosa Lisbôa - 8°M1
ResponderExcluir1 - Eu achei o texto bem interessante e cheio de conteúdos valiosos. Através dele, consegui adquirir bastante conhecimento que, com certeza, vai me ajudar em várias coisas.
2 - Diáspora é a dispersão de um povo pelo mundo, de forma forçada ou voluntária. O termo é geralmente ligado à história dos judeus, desde o exílio na Babilônia até as perseguições na Europa no século XX.
3 - A escravidão foi a imposição de trabalho forçado a milhões de africanos trazidos para as Américas. Eles eram tirados de sua terra, tratados como mercadoria e viviam em condições desumanas, mas resistiram e deixaram forte influência cultural.
4 - O tráfico transatlântico foi o transporte forçado de africanos para as Américas, onde eram vendidos como escravizados e viviam em condições desumanas.
5 - A redefinição identitária é a transformação da forma como um indivíduo ou grupo se vê, reinventando práticas e criando novas formas de viver e se expressar.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAluna: Lohanne
ResponderExcluirTurma: 8m1
1 ) Achei o texto bem interessante, gostei por ele ter sido escrito de forma que conseguimos entender com clareza, e aprender mais sobre nossos povos de origem, sua herança, e como foi o processo da diáspora e suas consequências e impacto até os dias de hoje. Bem legal!!
2 ) O termo diáspora refere-se ao deslocamento forçado ou não, de um povo pelo mundo. Esse termo foi utilizado para caracterizar o fenômeno histórico de imigração forçada de africanos, durante o tráfico transatlântico de escravizados.
3 ) A escravidão foi um período histórico em que os Africanos foram trazidos a força para as Américas, onde foram separados de suas famílias, sendo comercializados, maltratados, e tratados como propriedades de famílias ricas e brancas.
4 ) O tráfico transatlântico foi a rota de comércio de pessoas africanas escravizados que eram levados para as Américas em navios.
5 ) Redefinição identitária foi o processo em que os povos reconstruíram sua identidade ressignificando a cultura.
Isabelly da silva Santiago 8m2
ResponderExcluir1- Eu achei o texto muito bom Teve até algumas palavras que eu eu tive que procurar o significado e também percebi que as pessoas lutaram e sofreram muito.
2- Claramente a diáspora africana é o nome dado a um fenômeno caracterizado pela imigração forçada de africanos.Deslocamento, forçado de um povo pelo mundo.
3- É notório que a escravidão foi o processo em que milhões de africanos foram capturados, vendidos e levados à força para a américa .
4- O tráfico transatlântico foi quando pessoas da África foram levadas à força para a América em navios.
5- Foi o processo que os africanos escravizados e seus descendentes passaram a reconstruir a própria identidade.
Matheus Figueiredo Mançu /turma 8M1
ResponderExcluirÉ ótimo ver novamente estudar com esse texto novamente. Esse texto foi um dos do que eu mais gostei e é muito legal trabalhar com ele de novo. Com esse texto, eu aprendi muitas coisas sobre a escravidão e aquela época, coisas que eu nem fazia ideia. Esse texto, além de ser muito legal ele de ler, ainda ajuda a aprender muito mais sobre o assunto.
Respondendo às suas perguntas:
O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo.
O tráfico transatlântico foi o comércio de pessoas africanas que foram capturadas, vendidas e transportadas para as Américas para serem escravizadas.
As principais diferenças da escravidão na América e no Brasil são o tratamento dos escravos, os tipos de trabalhos e a origem dos escravos.
Consisto em afirmar que foi uma experiência muito enriquecedora vizualizar este texto cujo conteúdo são os povos africanos e eu gostaria de esclarecer sobre alguns assuntos ditos no texto.
ResponderExcluir2)A Diáspora se refere a um fenômeno que consiste no deslocamento forçado de um povo de sua região de origem para uma diversidade de partes do mundo.
3) A escravidão foi um sistema social e econômico que fazia com que algumas pessoas tenham posse sobre as outras sendo privadas da liberdade e forçadas a trabalho com péssimas condições para isso além é claro de que quando cometiam um equívoco eram agredidas seja verbalmente ou fisicamente.
4)O tráfico transatlântico foi o transportamento de diversas pessoas escravizadas através do Oceano Atlântico que eram comercializadas como moeda de troca.
5)processos de mudança da identidade de um indivíduo ou grupo incluindo crenças percepção de si e sua relação com o mundo.
Patrícia Anunciação de Jesus| 8M1
ResponderExcluir1• Eu achei o texto bem detalhado sobre os povos africanos e as consequências pro continente, eu gostei da parte "Lutas por liberdade e sobrevivência e a construção de novas identidades."
2• A Diáspora tem a ver com a dispersão e se refere ao deslocamento, seja ele forçado ou não pela multidão.
3• A escravidão foi meio que um processo de imigração forçada de africanos, durante o tráfico transatlântico.
4• Foi a imigração forçada de milhões de africanos, levados à força nos navios negreiros.
5• "Uma vez que estes povos(balantas, manjacos, bijagós, mandingas, jejes, haussás, iorubas) provenientes do que hoje são Angola, Benin, Senegal, Nigéria, Moçambique" dentre vários outros que não tem no texto, apesar da situação da escravidão, fizeram novas práticas e construíram novas formas de poder viver.
COMENTÁRIO DE :
ResponderExcluirCarlos Filipe Castro Santos | Turma 8ºano M2
1▸ Ao meu ver, será bom estudar este texto-base novamente, pois achei interessante, o texto como já mencionado.
2) Conforme o que diz o texto, a diáspora refere-se à dispersão ou ao deslocamento forçado ou não de um povo pelo mundo. A diáspora citada no texto, no entanto, retrata a diáspora africana, ou seja, a migração do povo africano da sua terra de origem.
3) Podemos dizer que a escravidão foi uma comercialização de pessoas, denominadas escravos, que, ao serem vendidas aos senhores, eram obrigadas a trabalhar de forma forçada e sem direitos.
4) O tráfico transatlântico transportava à força os povos africanos para a América e os comercializava como escravos, sendo vendidos a senhores que os forçavam a trabalhar em condições precárias.
5) A redefinição identitária foi o processo no qual, com passar do tempo, os povos africanos eram obrigados a abandonar suas identidades, costumes e religiosidades, passando a ser identificados pelos traficantes.
Maísa de Jesus Bomfim 8M2
ResponderExcluir1 Gostei muito do texto, ensinar muita coisa sobre os africanos, bem detalhado em cada parte, da para entender muito bem
2) é o deslocamento forçado ou não, de povos pelo oceano Atlântico
3) A escravidão foi a imigração forçada de africanos, que foram trazido para a América onde foram vendidos como escravos
4) foi a captura de povos, onde eram forçado a viajar em navios tumbeiros, pelo oceano até a América onde eram vendidas e escravizadas.
5) foi o processo de mudança de suas identidades, depois de serem capturados para serem escravos, e tiveram que deixar seus modos de vida, culturas, práticas religiosas e entre outros para trás e reinventaram práticas e construíram novas formas de viver, possibilitando a existência de sociedades afro-diaspóricas
Turma: 8MI
ResponderExcluirAluno: Luiz Gabriel Dos Santos Silva
1( Eu gostei muito de reler esse texto, porque ele fala de uma parte muito importante da nossa história e faz a gente refletir sobre o passado. Achei interessante como o texto explica o impacto da escravidão até os dias de hoje. É um tema forte, mas muito necessário de ser estudado.
2) O termo diáspora fala sobre a dispersão de um povo pelo mundo, como aconteceu com os africanos que foram levados à força para outros países.
3) A escravidão foi quando pessoas africanas foram tiradas de suas terras, obrigadas a trabalhar sem Liberdade e tratadas como propriedade.
4) O tráfico transatlântico foi o transporte forçado de milhões de africanos para as Américas, em navios, para serem vendidos como escravos.
5) A redefinição identitária foi o processo em que os africanos, mesmo longe de suas origens, criaram novas formas de viver, misturando suas culturas com as dos lugares onde estavam.
Isaque Jerônimo 8m2
ResponderExcluir1.Eu particularmente gostei bastante desse texto e isso me ajudou a entender como os povos africanos lutaram muito pela liberdade .
2.A diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo e foi utilizado pra nomear os processos de dispersão .
3.A escravidão foi um processo de imigração que milhões de africanos foram separados de suas próprias famílias,capturados, vendidos e levados à força para a américa .
4.O tráfico transatlântico foi quando as pessoas da África foram transportadas à força para a América em navios, e onde as condições eram horríveis .
5.A Redefinição Identária foi a forma como um indivíduo ou um certo número de pessoas se vê, criando formas de viver e se expressar.
1: texto muito bom , várias coisas pra o aprendizado, e interessante.
ResponderExcluir2A diáspora indígena revela que o colonialismo não foi algo do passado, mas segue presente nas estruturas do Estado, na forma como a terra é tratada como mercadoria, e na invisibilidade dos povos originário.
3.O diálogo nos textos africanos muitas vezes carrega cadência, como num tambor ou num canto. A linguagem tem corpo, som e movimento.
4.Um texto sério sobre povos indígenas quase sempre destaca que não se trata de um grupo único, mas de centenas de povos, com línguas, mitos, rituais e formas de organização próprias.
5.ir o bom e que vc pode fazer redefinição identitária e reinventar práticas e construir novas formas de viver
6.Muitas vezes pensamos em “diáspora” como algo que aconteceu no passado, mas para os povos indígenas, esse processo continua até hoje. A cada nova obra de infraestrutura, desmatamento ou invasão de terras, ocorre um novo ciclo de expulsão e dispersão.
Emanuelle Bahia de Melo Soares.
8m1.
Alexia Silva Lima
ResponderExcluir8M2
1: eu gostei muito do testo muito esplicativo bem explicado
2: O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo.
3: a escravidão foi quando os povos tinhão que sair de de suas terras e ir para ir para outros lugares e trabalhar forçadamente
4:o tráfico transatlântico de escravizados. Junto com seres humanos, nestes fluxos forçados, embarcaram nos tumbeiros (navios negreiros) modos de vida, culturas, práticas religiosas, línguas e formas de organização política que acabaram por influenciar na construção das sociedades às quais os africanos escravizados tiveram como destino. Estima-se que durante todo período do tráfico negreiro,
5: porque au entrar nos navios negreiros
Jejes e os irubas era obrigados a deixar suas histórias e costumes religiosos para trás e construir novas identidades como traficantes com base nos portos de embarque
Caio Henrique 8m2 achei bastante interessante que o texto mostra muito da nossa cultura e fala
ResponderExcluir2.O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento forçado de um povo ou não pelo mundo
ResponderExcluir3.A escravidão foi quando os povos tinham que sair de suas terras e ir para outros lugares e trabalhar forçado
ResponderExcluir4.O tráfico transatlântico foi quando os povos africanos foram forçados para a América em navios onde suas condições eram péssimas
ResponderExcluir5.Foi quando o jejes e os irubas eram forçados a deixar suas histórias costumes e religiões para trás e construir novas identidades
ResponderExcluir5.Foi quando o jejes e os irubas eram forçados a deixar suas histórias costumes e religiões para trás e construir novas identidades
ResponderExcluirCaio Henrique 8M2 1.Gostei fala muito sobre os povos africanos . 2: O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento forçado dos povos africanos .3) A escravidão foi quando pessoas africanas foram tiradas de suas terras, obrigadas a trabalhar sem Liberdade e tratadas como propriedade. 4) O tráfico transatlântico foi quando os povos africanos foram forçados á deixar suas histórias costumes e religiões para trabalhar forçados é á sumir uma nova indentidade 5)por que a Jejes e os irubas era obrigados a deixar suas histórias e costumes religiosos para trás e construir novas identidades como traficantes com base nos portos de embarque
ResponderExcluirAna Vitória Pereira Santos
ResponderExcluir8m2
1.Amei o texto,muito bom para o aprendizado e conhecimento dos povos africanos.
2.Pelo que eu entendi a diáspora africana foi um processo que envolveu migração forçada,mas também redefinição identitária.
3.A escravidão foi um sistema de imigração forçada onde os povos africanos foram transportados para as Américas.
4.O tráfico transatlântico foi quando os povos africanos foram transportados a força para trabalharem.
5.Pelo que eu entendi a redefinição identitária foi o processo em que os povos africanos passavam a ser identificados pelos traficantes com base nos portos de embarque,nas regiões de procedência ou por identificações feitas pelos traficantes.
Maria Clara Alves De Oliveira
ResponderExcluir8M2
1:Eu achei o texto muito bom pra estudar sobre os povos africanos.
2:A diáspora africana foi um processo que envolveu migração forçada mas também redefinição identitária.
3:A escravidão foi um sistema de imigração forçado onde os povos africanos foram transportados para as Américas.
4: O tráfico transatlântico foi quando os povos africanos foram transportados a força para trabalhar.
5:A redefinição identitária foi o processo em que os povos africanos passavam a ser identificados pelos traficantes com base nos portos de embarque nas regiões de procedência ou por identificação feitas pelos traficantes.
Erick Thierry 8m2
ResponderExcluir1-eu gostei do texto achei muito legal e explicativo
2-O termo diáspora fala sobre a dispersão dos povos pelo mundo, como aconteceu com os africanos que foram levados sem querer para outros países.
3- Podemos dizer que a escravidão foi uma comercialização de pessoas, denominadas escravos, que, ao serem vendidas aos senhores, eram obrigadas a trabalhar de forma forçada e sem lucro
4-foi o sequestro dos povos, onde eram forçado a viajar em navios tumbeiros, pelo oceano até a América onde eram vendidas e escravizadas sem nenhum escolha
5-processos de mudança de identidade de uma ou mais pessoas incluindo crenças percepção de si e sua relação com o mundo.
Matheus da Silva
ResponderExcluir8M2
1: Eu achei muito interessante desse blog, por que ele fala sobre a escravidão e o tráfico negreiro, e trás muita coisa sobre o passado antes de a.C, aprendi pouca coisa mais eu vou ler e relê todinho.
2:O termo diáspora tem a ver com dispersão e refere-se ao deslocamento, forçado ou não, de um povo pelo mundo. Foi largamente utilizado para nomear os processos de ‘dispersão’ dos judeus entre os séculos 6 a.C (cativeiro na Babilônia) e o século XX (perseguições na Europa).
3:A escravidão reinventaram práticas e construíram novas formas de viver, possibilitando a existência de sociedades afro-diaspóricas como Brasil, Estados Unidos, Cuba, Colômbia, Equador.
4:O tráfico transatlântico de escravizados, Junto com seres humanos, nestes fluxos forçados, embarcavam nos tumbeiros (navios negreiros) modos de vida, culturas, práticas religiosas, línguas e formas de organização política que acabaram por influenciar na construção das sociedades às quais os africanos escravizados tiveram como destino.
5: A redefinição identitária, uma vez que estes povos (balantas, manjacos, bijagós, mandingas, jejes, haussás, iorubas), provenientes do que hoje são Angola, Benin, Senegal, Nigéria, Moçambique.
) 8m1) 1-Gostei muito do texto aprendi mas sobre meus antepassados, é importante conhecer mas sobre o passado do meu povo. 2 - Diáspora é a dispersão de um povo pelo mundo, de forma forçada ou voluntária. O termo é geralmente ligado à história dos judeus, desde o exílio na Babilônia até as perseguições na Europa no século XX.
ResponderExcluir3 - A escravidão foi a imposição de trabalho forçado a milhões de africanos trazidos para as Américas. Eles eram tirados de sua terra, tratados como mercadoria e viviam em condições desumanas, mas resistiram e deixaram forte influência cultural.
4 - O tráfico transatlântico foi o transporte forçado de africanos para as Américas, onde eram vendidos como escravizados e viviam em condições desumanas.
5 - A redefinição identitária é a transformação da forma como um indivíduo ou grupo se vê, reinventando práticas e criando novas formas de viver e se expressar.
O texto é bem explicativo a cerca da escravidão e com era tratado a forma do tráfico transatlântico e migração forçada dos escravos.
ResponderExcluirA- A Diáspora africana refere-se ao tráfico transatlântico de escravizados e migração forçada e voluntária.
B- Um comércio lucrativo, com comerciantes europeus comprando escravos africanos.
C- A principal diferença é no sistema econômico e social que a sustentava e na sua escala.
D- Mudança e transformação da forma como as pessoas ou grupo social percebia os outros,em termos de identidade.
E- É o efeito da perca de identidade cultural e social, mas desenvolvimento econômico.
Jaqueline Barros dos Santos 8⁰M3
Responder
O texto é bem explicativo a cerca da escravidão e com era tratado a forma do tráfico transatlântico e migração forçada dos escravos.
ResponderExcluirA- A Diáspora africana refere-se ao tráfico transatlântico de escravizados e migração forçada e voluntária.
B- Um comércio lucrativo, com comerciantes europeus comprando escravos africanos.
C- A principal diferença é no sistema econômico e social que a sustentava e na sua escala.
D- Mudança e transformação da forma como as pessoas ou grupo social percebia os outros,em termos de identidade.
E- É o efeito da perca de identidade cultural e social, mas desenvolvimento econômico.
Mariana de Jesus Santos 8m3
O texto é bem explicativo a cerca da escravidão e com era tratado a forma do tráfico transatlântico e migração forçada dos escravos.
ResponderExcluirA- A Diáspora africana refere-se ao tráfico transatlântico de escravizados e migração forçada e voluntária.
B- Um comércio lucrativo, com comerciantes europeus comprando escravos africanos.
C- A principal diferença é no sistema econômico e social que a sustentava e na sua escala.
D- Mudança e transformação da forma como as pessoas ou grupo social percebia os outros,em termos de identidade.
E- É o efeito da perca de identidade cultural e social, mas desenvolvimento econômico.
Mariana de Jesus Santos 8m3
Robson Barbosa dos Santos
ResponderExcluir8M3
1.Eu gostei bastante do texto fala muito como povos africanos lutaram muito pela sua liberdade .
2.A diaspora é uma dispersão de um povo de sua terra natal para diversas outras regiões, seja por motivos forçados, como guerra, perseguição ou escravidão, seja por busca voluntária de melhores condições de vida ou trabalho.
B.O Tráfico Transatlântico foi um comércio cruel de pessoas escravizadas, principalmente da África para as Américas.
C.A escravidão nas Américas e no Brasil foi um sistema brutal de exploração e trabalho forçado que se baseou no tráfico de milhões de africanos.
D.A redefinição identitária é o processo de mudança e reconstrução da identidade de um indivíduo ou grupo.
E.É a dispersão cultural e formação de novas identidades em terras estrangeiras, bem como na preservação e adaptação de tradições e no estabelecimento de ligações transnacionais.
diáspora africana foi um processo que envolveu a emigração forçada.
ResponderExcluirO trafico foi uma atividade que perdurou por séculos, envolvendo a captura, transporte e venda de africanos como mercadoria, principalmente para o Brasil. A diferença foi que a escravidão nas Américas e a escravidão no Brasil reside na sua natureza e na forma como foi praticada. A revolução industrial foi período de grande tecnologia. Os efeitos do são perda cultural, a marginalização, a luta por identidade e a contribuição para a formação de novas culturas e sociedades.
Ramon do nascimento 8m3.esse texto ficou claro,bem organizado e bem explicado.
Eu gostei muito do texto, com ele eu consegui entender muito sobre os negros e o processo de escravidão que aconteceu anos atrás.
ResponderExcluir2)A) "diáspora" é relacionado à dispersão/deslocamento(forçado ou não) de um povo pelo mundo
B) "tráfico transatlântico" foi a venda de seres humanos, Onde os Africanos foram forçados à ir para as Américas e serem escravizados.
C)A diferença entre a venda de escravos na América e no Brasil foi de, aproximadamente, 11 milhões de negros escravizados para as Américas e 5 milhões deles foram para o Brasil.
D)"Redefinição identitária" é reinventar práticas e construir novas formas de viver, pode também ser uma prática forçada.
E)A diáspora influenciou muito na cultura da América, Criando vários tipos de música, muito popular principalmente na América Latina, Jazz, Soul, Reggae e Samba.
Nome: Gilmara Brito de Alcântara
ResponderExcluirTurma: 8m3
A) pataxós, kiriri, pankararé, Tupinambás de olivença.
B) A maioria falava línguas do tronco Tupi, principalmente o tupi antigo
C) Os ritos eram cerimônias culturais e religiosas importantes como rituais de morte e celebrações, Já as urnas funerárias eram recipientes de cerâmica usados para guardar os restos mortais, muitas vezes decoradas e com significado espiritual
D) montes de conchas e restos de ossos de animais, tipo peixes, usados como moradia e enterro
E) O caium bebida fermentada de mandioca ou milho usada em rituais
Atividade de fixação:
ResponderExcluirA - Principais grupos étnicos indígenas da Bahia = Tronco Tupi (litoral) e Macro-Jê (interior, frequentemente chamados de Tapuias).
B- Idiomas falados = Tupi (Tupi-Guarani), línguas da família Macro-Jê (ex: Kiriri) e algumas línguas Karib.
c- Ritos e urnas funerárias:
- Enterros em urnas cerâmicas decoradas, com oferendas e cerimônias para garantir a passagem do espírito.
d- Sambaquis:
- Montes formados por conchas e restos de alimentos, usados para sepultamento e depósitos arqueológicos.
e- Cauim:
- Bebida fermentada feita de mandioca ou milho, preparada por mastigação e fermentação, consumida em rituais.
Nome da aluna= Alice dos Reis de Araújo Silva
Turma = 8m3
Sabrina Costa dos Santos
ResponderExcluirTurma: 8m3
A- pataxó, Tupinambá, Tuxá, Tumbalalá, Truká, kiriri, pankararu, Atikum, Kaimbé, Kantaruré, pataxó Hã-hã-hãe.
B- patxohã, kamakã, pankararu, Atikum.
C- As rotas e urnas funerárias são as principais "pistas" deixadas pelos povos antigos para que arqueólogos entendam como era a vida na Bahia antes da chegada dos portugueses. Elas funcionam como um mapa e um arquivo da nossa história. As rotas representam os caminhos de migração e ocupação do território. Elas mostram como os povos se espalharam pelo estado ao longo de milhares de anos. As urnas (também chamadas de igaçabas pelos Tupi) são grandes vasos de cerâmica usados para enterrar os mortos. Elas funcionavam como o "caixão" da época, mas com um significado espiritual profundo.
D- montanhas erguidas por povos que viveram no litoral brasileiro há milhares de anos, muito antes da chegada dos grupos Tupi e dos europeus.
E- a principal bebida alcoólica fermentada dos povos indígenas do Brasil, especialmente dos grupos de tronco. As raízes de mandioca eram descascadas, cortadas e fervidas em grandes potes de cerâmica até ficarem macias;
Depois de cozida, a mandioca era retirada do fogo e deixada esfriar um pouco. As mulheres então mastigavam pedaço por pedaço e cuspiam a massa de volta no caldeirão;
Essa massa mastigada era fervida novamente com água e depois colocada em grandes igaçabas (urnas de cerâmica) enterradas ou cobertas com folhas de bananeira;
A bebida descansava por dois ou três dias. Quanto mais tempo fermentava, mais forte e alcoólica ela ficava.
Aluno:David Barreiros dos Santos turma:8M3
ExcluirA)Os de tronco Tupi, que habitavam o litoral, e os grupos Tapuias (frequentemente falantes de línguas Macro-Jê), que ocupavam o interior.
B)Tupi (litoral) e Macro-Jê (interior/sertão).
C)As rotas e urnas funerárias são as principais "pistas" deixadas pelos povos antigos para que arqueólogos entendam como era a vida na Bahia antes da chegada dos portugueses. Elas funcionam como um mapa e um arquivo da nossa história. As rotas representam os caminhos de migração e ocupação do território. Elas mostram como os povos se espalharam pelo estado ao longo de milhares de anos. As urnas (também chamadas de igaçabas pelos Tupi) são grandes vasos de cerâmica usados para enterrar os mortos. Elas funcionavam como o "caixão" da época, mas com um significado espiritual profundo.
D)Sambaquis são grandes montes construídos intencionalmente por povos pré-históricos (sambaquieiros) ao longo do litoral brasileiro, formados por conchas, restos de alimentos, terra, fogueiras e esqueletos.
E)O cauim é uma bebida alcoólica fermentada tradicional de povos indígenas brasileiros (especialmente Tupi-Guarani), preparada à base de mandioca, milho ou batata-doce. Era feito através da mastigação da raiz cozida pelas mulheres, técnica que utiliza a saliva para fermentar a massa em potes de barro, resultando em uma bebida espessa e ritualística.
Maria Eduarda frança dos Santos
ResponderExcluir8°m3
A) Tupinambás, Pataxós, Aimorés, Kiriris, Payayás.
B)Tupi-Guarani e Macro-Jê.
C) Os ritos eram cerimônias culturais e religiosas importantes como rituais de morte e celebrações, Já as urnas funerárias eram recipientes de cerâmica usados para guardar os restos mortais, muitas vezes decoradas e com significado espiritual.
D)Monte de conchas usados como moradia e enterro.
E)Bebida fermentada de mandioca ou milho.
A) pataxós, kiriri, pankararé, Tupinambás de olivença.
ResponderExcluirB) A maioria falava línguas do tronco Tupi, principalmente o tupi antigo
ResponderExcluirC) Os ritos eram cerimônias culturais e religiosas importantes como rituais de morte e celebrações, Já as urnas funerárias eram recipientes de cerâmica usados para guardar os restos mortais, muitas vezes decoradas e com significado espiritual
ResponderExcluirD) montes de conchas e restos de ossos de animais, tipo peixes, usados como moradia e enterro
ResponderExcluirE) O caium bebida fermentada de mandioca ou milho usada em rituais
ResponderExcluirA)pataxós, kiriri, pankararé, Tupinambás de olivença.
ResponderExcluirB)A maioria falava línguas do tronco Tupi, principalmente o tupi antigo
C)os ritos eram cerimônias culturais e religiosas importantes como rituais de morte e celebrações, Já as urnas funerárias eram recipientes de cerâmica usados para guardar os restos mortais, muitas vezes decoradas e com significado espiritual
D)montesconchas e restos de ossos de animais, tipo peixes, usados como moradia e enterro.
E) O caium bebida fermentada de mandioca ou milho usada em rituais.
A)pataxós, kiriri, pankararé, Tupinambás de olivença.
ResponderExcluirB))A maioria falava línguas do tronco Tupi, principalmente o tupi antigo.
C)os ritos eram cerimônias culturais e religiosas importantes como rituais de morte e celebrações, Já as urnas funerárias eram recipientes de cerâmica usados para guardar os restos mortais, muitas vezes decoradas e com significado espiritual.
D)conchas e restos de ossos de animais, tipo peixes, usados como moradia e enterro.
E) O caium bebida fermentada de mandioca ou milho usada em rituais
Faely Jesus Barros
ResponderExcluir8M3
A) os principais grupos são Pataxó, Tupinambá, Kiriri, Tuxá, Kaimbé e Pataxó Hã-Hã-Hãe.
B)As línguas eram principalmente dos troncos Tupi-Guarani, Macro-Jê e Kariri, muitas hoje extintas ou em revitalização.
C) Os indígenas realizavam ritos funerários com cerimônias espirituais e, em alguns casos, utilizavam urnas de cerâmica para guardar os ossos após a decomposição, demonstrando respeito aos mortos e crença na vida após a morte.
D) Sambaquis são montes feitos por indígenas com conchas e restos de alimentos, usados como moradia, depósito e até locais de enterramento, importantes para estudar os povos antigos.
E)cauim era uma bebida indígena fermentada, muito consumida em rituais e festas por povos do Brasil, inclusive na Bahia. Era feito principalmente de mandioca ou milho.
O preparo começava com o alimento sendo cozido ou assado. Depois, ele era mastigado, geralmente pelas mulheres, pois a saliva ajudava a transformar o amido em açúcar. Em seguida, essa massa era colocada com água e deixada fermentar por alguns dias, até se transformar em uma bebida com leve teor alcoólico.
Isaias de jesus aquino
ResponderExcluir8m3
A) Pesquise quais eram os principais grupos étnicos indígenas da Bahia
Os principais grupos indígenas da Bahia incluem:
Tupinambás
Pataxós
Tupiniquins
Aimorés (também chamados de Botocudos)
Kiriris
Payayás
B) Quais eram os idiomas falados por esses povos
Os povos indígenas da Bahia falavam principalmente línguas do tronco:
Tupi (como o tupi antigo, muito usado pelos Tupinambás)
Macro-Jê (falado por grupos como os Aimorés)
Cada povo tinha sua própria língua ou variação.
C) Pesquise sobre os ritos e rituais funerários indígenas
Os rituais funerários variavam entre os povos, mas geralmente incluíam:
Enterro do corpo em redes ou diretamente na terra
Uso de pinturas corporais e cantos rituais
Cerimônias para guiar o espírito para o mundo espiritual
Em alguns casos, cremação ou sepultamento dentro da própria aldeia
Esses rituais tinham forte significado espiritual e cultural.
D) O que são os sambaquis
Os sambaquis são montes feitos por povos antigos com:
Conchas
Ossos de animais
Restos de alimentos
Objetos
Eles serviam como locais de moradia, rituais e também como cemitérios.
E) O que era o tronco tupi-guarani
O tronco tupi-guarani é um grupo de línguas indígenas relacionadas entre si, faladas por diversos povos no Brasil.
Ele inclui línguas como:
Tupi antigo
Guarani
Essas línguas eram muito importantes e influenciaram bastante o português falado no Brasil (principalmente nomes de lugares e palavras do dia a dia).
Ana Beatriz Santos da Conceição
ResponderExcluir8m3
A)pataxó,pataxó Hã-hã-hãe,Tupinambá,Kiriri,tumbalalá,tuxá,kaimbé,pankararé,pankararu,Truká e Paraná.
B)os povos indígenas da Bahia falavam principalmente línguas dos troncos Tupi e Macro-Jê,além de línguas próprias de cada povo.
C)os povos indígenas realizavam rituais funerários para homenagear os mortos,com cantos,danças e pinturas corporais.
Em alguns casos,o corpo era enterrado diretamente no solo,mas outros povos utilizavam urnas funerárias de cerâmica para guardar os restos mortais.
Essas práticas mostram que eles valorizam a espiritualidade e o respeito aos ancestrais.
D)os Sambaquis são montes feitos por povos indígenas antigos, formados principalmente por conchas, resto de alimentos e ossos. Eles eram usados como locais de moradia, rituais e também para enterrar mortos. Hoje, os Sambaquis são importantes sítios arqueológicos que ajudam a entender como esses povos viviam.
E) o caium era uma bebida indígena tradicional, feita principalmente a partir de fermentação de alimentos como mandioca ou milho. Para prepará-lo , os indígenas cozinhavam o alimento e, em alguns casos, mastigavam e cuspiam a massa para ajudar na fermentação. Depois, deixavam descansar por um tempo até virar uma bebida fermentada. Ele era consumido em rituais, festas e no dia a dia.
Aluno:David Barreiros dos Santos turma:8M3
ResponderExcluirA)Os de tronco Tupi, que habitavam o litoral, e os grupos Tapuias (frequentemente falantes de línguas Macro-Jê), que ocupavam o interior.
B)Tupi (no litoral) e Macro-Jê (no interior/sertão).
C)As rotas e urnas funerárias são as principais "pistas" deixadas pelos povos antigos para que arqueólogos entendam como era a vida na Bahia antes da chegada dos portugueses. Elas funcionam como um mapa e um arquivo da nossa história. As rotas representam os caminhos de migração e ocupação do território. Elas mostram como os povos se espalharam pelo estado ao longo de milhares de anos. As urnas (também chamadas de igaçabas pelos Tupi) são grandes vasos de cerâmica usados para enterrar os mortos. Elas funcionavam como o "caixão" da época, mas com um significado espiritual profundo.
D)grandes montes construídos intencionalmente por povos pré-históricos (sambaquieiros) ao longo do litoral brasileiro, formados por conchas, restos de alimentos, terra, fogueiras e esqueletos.
E)O cauim é uma bebida alcoólica fermentada tradicional, de origem indígena (tupi-guarani), feita principalmente de mandioca, mas também de milho, batata-doce ou frutas. O método clássico envolve as mulheres mastigando a mandioca cozida, onde a enzima ptialina da saliva converte amido em açúcar, fermentando a mistura em potes de cerâmica.
Aluna:amanda dos Santos de jesus conceição
ResponderExcluirTurma:8m3
A) •pataxó,tupinambá,pataxó hã-hã-hãe,kiriri,pankararé,tuxá.
B)os povos indígenas da Bahia falavam principalmente línguas dos troncos Tupi e Macro-Jê,além de línguas próprias de cada povo.
C) Os ritos funerários indígenas são cerimônias realizadas quando alguém morre, com o objetivo de homenagear o falecido e ajudar seu espírito a seguir para outro mundo. Para muitos povos, a morte é vista como uma passagem, não um fim. Esses rituais envolvem toda a comunidade e incluem cantos, danças e símbolos. Um exemplo é o Kuarup, que marca o fim do luto. Além disso, eles são importantes para manter a cultura e fortalecer a união do grupo.
D)Os sambaquis são montes formados por povos antigos do litoral do Brasil, feitos principalmente de conchas, ossos, restos de alimentos e areia.
Eles foram construídos há milhares de anos por grupos chamados de sambaquieiros e tinham várias funções:
•Serviam como local de moradia
Eram usados como cemitérios
Também podiam ter função religiosa ou ritual.
E)O cauim era uma bebida tradicional indígena muito consumida por vários povos do Brasil, principalmente em rituais e festas.
Era uma bebida fermentada, geralmente feita de:
Mandioca
Milho
Batata-doce
Podia ter um leve teor alcoólico por causa da fermentação.
Aluna:Elizabeth de jesus oliveira
ResponderExcluirTurma:8m3
A) pataxó, , kiriri, pankararé, Tupinambás de olivença.
B)os povos indígenas da Bahia falavam principalmente línguas dos troncos Tupi e Macro-Jê,além de línguas próprias de cada povo.
C)Pesquise sobre os ritos e rituais funerários indígenas
Os rituais funerários variavam entre os povos, mas geralmente incluíam:
Enterro do corpo em redes ou diretamente na terra.
D)que são os sambaquis
Os sambaquis são montes feitos por povos antigos com:
Conchas
Ossos de animais.
Restos de alimentos
Objetos
E)Ocaium bebida fermentada de mandioca ou milho usada em rituais.
Kauã Alves lima
ResponderExcluirTurma:8m3
A)
Na Bahia, existem diversos povos indígenas com histórias e culturas próprias. Entre eles estão os Pataxó, Tupinambá, Pataxó Hã-Hã-Hãe, Kiriri, Pankararé e Tuxá, que mantêm tradições importantes até hoje.
B)
As línguas indígenas faladas na Bahia pertencem principalmente a dois grandes grupos linguísticos: o tronco Tupi e o Macro-Jê. Além disso, cada povo possui variações e formas próprias de se comunicar, o que mostra a grande diversidade cultural da região.Para muitos povos indígenas, a morte não significa o fim da existência, mas sim uma mudança de estado. Os rituais funerários são momentos coletivos, marcados por respeito, espiritualidade e tradição. Neles, a comunidade participa com cantos, danças e cerimônias simbólicas. Um exemplo importante é o Kuarup, que representa o encerramento do período de luto e celebra a memória dos que partiram.
C)
Os sambaquis são formações antigas construídas por povos que viveram no litoral brasileiro há milhares de anos. Esses montes são compostos por conchas, ossos e restos de alimentos. Eles tinham múltiplas funções: serviam como habitação, locais de sepultamento e também espaços ligados a práticas religiosas e culturais.
D)
O cauim era uma bebida tradicional produzida por diferentes povos indígenas do Brasil. Feita a partir da fermentação de alimentos como mandioca, milho ou batata-doce, ela era consumida principalmente em festas e rituais. Além de alimentar, o cauim tinha um papel social e cultural importante, fortalecendo os laços da comunidadePara muitos povos indígenas, a morte não significa o fim da existência, mas sim uma mudança de estado. Os rituais funerários são momentos coletivos, marcados por respeito, espiritualidade e tradição. Neles, a comunidade participa com cantos, danças e cerimônias simbólicas. Um exemplo importante é o Kuarup, que representa o encerramento do período de luto e celebra a memória dos que partiram.
E)
Os sambaquis são formações antigas construídas por povos que viveram no litoral brasileiro há milhares de anos. Esses montes são compostos por conchas, ossos e restos de alimentos. Eles tinham múltiplas funções: serviam como habitação, locais de sepultamento e também espaços ligados a práticas religiosas e culturais.